Pontos Fortes e Pontos Fracos.

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MARINA GOMES
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Adoreiii, por isso postei!!!

 

“Olá”, diz uma ouvinte. “Gostaria de saber o que responder quando o entrevistador pergunta quais são meus pontos fortes e meus pontos fracos.”

Perfeitamente.

Você pode responder o seguinte: “Meus pontos fortes são três: a sagacidade para contrabalançar a opressão da rotinização, o discernimento para não redundar e uma pertinácia não casualística. E meus pontos fracos são dois: agastamento com sorrabadores e introspecções extemporâneas.”

Caso o entrevistador dê uma gargalhada, você estará diante de uma pessoa inteligente e de uma ótima empresa para se trabalhar. Mas se o entrevistador se sentir ofendido com a sua resposta, você poderá se desculpar pela tentativa de ser engraçadinho, e explicar melhor.

Seus pontos fortes são a capacidade para contribuir além da rotina diária, a sabedoria para não falar quando não tem certeza e a vontade de superar qualquer meta que lhe for passada. E seus pontos fracos são a intolerância para com os puxa-sacos e uma tendência de se desligar de vez em quando.

Aí o entrevistador passará para a pergunta seguinte, que certamente será: “Como você se vê daqui a cinco anos?” No fim, talvez você seja contratada, mas já entrará na empresa sabendo que não terá muito espaço para exercitar a sua criatividade e nem poderá sonhar com uma promoção em médio prazo. Empresas que fazem perguntas padronizadas em entrevistas e aceitam respostas também padronizadas dos candidatos, estão procurando empregados que não têm muitas ambições na carreira.

Como conseguir um emprego não está fácil, muitos candidatos respondem não o que de fato estão pensando, mas aquilo que eles acham que o entrevistador deseja ouvir. Aí conseguem o emprego e depois ficam se lamentando porque a empresa é quadrada, o chefe é centralizador e os colegas são acomodados.

sinceridade na hora de responder quais são os pontos fortes e fracos, e cada um sabe quais são os seus, pode prejudicar as chances de contratação em algumas entrevistas. Mas por outro lado, a falta de sinceridade poderá até render um emprego, só que o candidato estará enganando a si próprio.

Ser sincero é sempre a melhor opção. Mas cada um deve avaliar o quanto precisa de um emprego. E o quanto estará disposto a sofrer as conseqüências de conseguir o emprego errado.

Max Gehringer, para rádio CBN.

Home Office.

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Ah! Como eu gostaria de trabalhar em casa…
Estava lendo sobre o assunto e resolvi escrever algumas coisas porque acredito ser o sonho de todos, né?!
Nada como comer bem, pois esse é um ponto, nada como ter tempo para trocar idéia com a família, buscar os filhos na escola, entre outras coisas. Ou seja, menos stress, nada de enfrentar trânsito…
Esse é o sonho de muitos profissionais e tem se mostrado cada vez mais uma tendência para o mercado.
Mas a pergunta é: a empresa em que você trabalha adotaria essa questão? Para algumas organizaçãoes isso ainda é um absurdo e para outras é um ganho a mais, aumento de produtividade, criatividade e comprometimento estão entre os principais benefícios apontados por líderes de equipes.
Existem aqueles colaboradores que precisam ser cobrados pelos líderes constantemente, esses por sua vez, não tem perfil para trabalhar em casa, mas pode adquirir com força de vontade, disciplina, cumprimento de prazos, além de gerenciar sua produção.
Para as empresas que tem receio de adotar essa nova tendência por conta das leis trabalhistas digo que as leis para os trabalhadores home office são exatamente as mesmas das aplicadas a um colaborador “comum”. A única exceção é a concessão do vale transporte que, por motivos óbvios, torna-se desnecessária.
Interessante é colocar no contrato a obrigatoriedade de reuniões periódicas no escritório para cobrar resultados e alinhamento da equipe. Nesses casos, o ônus do deslocamento até o local é arcado pela empresa.
Claro que essa mudança do escritório para casa deve ser gradativa, não precisa ser totalmente radical. A empresa têm de estar bem preparada e os funcionários também. Deve-se implantar sistemas de avaliação, comunicação direta e supervisão.
Trabalhar em home office não é apenas estar em um lugar agradável, é a economia que isso gera. Afinal, se o colaborador gerenciar bem seu tempo, a empresa ganha em produtividade e tem menores custos, o que interfere diretamente na lucratividade.
Além do mais para aqueles que já trabalham em casa esse é o melhor de todos os mundos: flexibilidade, conveniência e controle sobre a própria vida.
Sem ônibus lotados, fumaça, trânsito e engarrafamentos. Um ambiente sem tantas interrupções. Enfim, qualidade de vida!
Se o seu funcionário tem perfil para aderir a esse modo de vida, então por que não permitir que ele trabalhe em casa?
As vantagens para a empresa giram em torno de aumento da concentração, autonomia, criatividade e resultados.
Para aqueles que já estão ou querem chegar nesse mundo faça de seu trabalho sua verdadeira realização profissional, sua paixão, não uma saída para não fazer nada.

Geração Y

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Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo.

Esta geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Estes cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo.

Todos nós temos um pouco dessa geração Y, porém os jovens a aderem com muito mais fervor.  Queremos que as coisas aconteçam rápido, queremos resultados, queremos feedback, queremos ganhar dinheiro, queremos reconhecimento, entre inumeras outras coisas.

Algo bastante comum que venho observando e que faz parte realmente do pessoal mais jovem é a “rebeldia” no trabalho, por incrivel que pareça.

Se eles pularem de um emprego pro outro até conseguirem o que querem, baterem a porta quando não são reconhecidos, enfrentar pessoas, sendo colegas de trabalho ou mesmo os chefes apenas para dar sua opinião, não é de se assustar pois essas atitudes já estão se tornando comum. Mas não quer dizer que são pessoas revoltadas e sim que estão buscando o seu melhor.

São inteiramente ligados a comunicação, seja pelo celular, internet ou qualquer outra ferramenta que venha a surgir.

A auto-realização fala alto para essas pessoas, querem tudo e tudo ao mesmo tempo, fazem de tudo e tudo ao mesmo tempo. Conseguem falar ao telefone, no msn, twitter e ainda acenar para a pessoa que esta passando e é claro “tudo ao mesmo tempo”.

São bem informados, questionadores, são ansiosos e desafiam lideranças.

Com sede de subir na carreira hoje 18% dos jovens já ocupam cargo de gestão. Apreciam o diálogo aberto, escolhem trabalhar nas empresas que estão de acordo com seus valores pessoais.

A  Geração Y  têm uma necessidade muito grande de receber feedback por parte da empresa. E não é a cada seis meses, mas sim a cada mês. Pois esse feedback recente acalma a ansiedade que mora nessas pessoas, pois precisam saber como estão indo e são movidos a elogios.

Respostas como “porque não e porque sim” não funcionam pra eles, querem explicações claras, precisam encontrar sentido nas coisas que estão fazendo e não apenas fazer porque o mandaram. Os gestores têm que oferecer sentido ou acabam perdendo o funcionário ou até ficam com ele, mas o estraga, ele perde a motivação.

São totalmente responsáveis, tanto no trabalho como no pessoal, se preocupam em entregar aquele projeto que ficou de fazer e se preocupam com a namorada que esta em casa doente, e ele vai dar um jeito de resolver as duas coisas. São pessoas alegres, então não se espante se a empresa estiver passando por maus momentos e ele continuar sereno, mas não quer dizer que não esteja preocupado.

Essas pessoas adoram participar de projetos e de estar envolvidos nos assuntos da empresa, terão mais motivação se esses projetos tiverem começo, meio e fim e resultados palpáveis.

Pra eles o salário é para pagar contas, gostam mesmo é de bonificações para que possam gastar com outras coisas fora de seu orçamento.

Não costumam respeitar muito as normas, principalmente normas que são burras e não geram resultado nenhum, querem mesmo é ter liberdade pra fazer as coisas acontecerem. Subordina-se a vínculos e não a cargos, são ótimos profissionais, respeitam a empresa e gostam de ser respeitados.

Vocês devem estar pensando, porque devo ter um desses na minha empresa?

Porque você não tem saída, eles estão por todo lado, e são eles que irão cuidar da sua empresa, do seu país lá na frente. E são pessoas que aprendem e exercem as funções com facilidade e alta performance.

A geração Y está aí e basta você (gestor, líder, empreendedor) que nasceu antes dos anos 80 saber lidar com ela e se beneficiar.

Ótimo FDS!!!

A Nova Entrevista de Trabalho.

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Lendo a matéria da revista “você s/a” de junho 2010 destaquei alguns pontos que achei interessante e que precisamos saber ao participar de uma entrevista de emprego.

Agora a tendência é que os entrevistadores querem saber sobre sua vida pessoal.

As empresas estão cada vez mais exigentes na hora de contratar e os processos cada vez mais longos. É como eu sempre digo: Não precisa desesperar porque demora mesmo.

Você geralmente faz testes, entrevistas, dinâmicas e depois tem que aguardar por semanas ou até meses por uma resposta, seja positiva ou negativa.

Um ponto importante na hora de se preparar para uma entrevista é buscar informações sobre a cultura da empresa e principalmente mostrar interesse.

Na matéria diz: “As competências pessoais e os valores das pessoas se tornaram determinantes para a contratação. Informações sobre história de vida, visão de mundo, crenças e desejos passaram a fazer parte das entrevistas. A idéia é saber o quanto o perfil do candidato esta alinhado a cultura da empresa.”

O que esta sendo abordado é a felicidade do funcionário e essa felicidade só se torna real quando o funcionário “combina” com a empresa e isso é mensurado através das características do perfil do candidato em relação a cultura da empresa.

As perguntas da entrevista de trabalho giram em torno de como o candidato consegue consiliar vida profissional e pessoal e como é seu relacionamento familiar.

Espero realmente que a preocupação com o funcionário seja constante e verdadeira e não apenas para satisfazer as necessidades da empresa, pois se os gestores conseguirem cada vez mais buscar a felicidade dos funcionários as empresas tem grande chance de crescimento e satisfação do cliente.

Vamos trabalhar para que a tendência da “felicidade” continue e que todos se beneficiem com isso!

Fonte: Revista você s/a de junho 2010.