Diga sempre menos do que o necessário.

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LEI 4 – Quando você procura impressionar as pessoas com palavras, quanto mais você diz, mais comum aparenta ser, e menos controle da situação parece ter. Mesmo que você esteja dizendo algo banal, vai parecer original se você tornar vago, amplo e enigmático. Pessoas poderosas impressionam e intimidam falando pouco. Quanto mais você fala, maior a probabilidade de dizer uma besteira.

Quanto menos você disser inevitavelmente parecerá mais poderoso do que é. O seu silêncio deixará as outras pessoas pouco à vontade. Se você controla cuidadosamente o que revela, eles não conseguirão penetrar em seus pensamentos e nas suas intenções.

As respostas curtas que você der e o seu silêncio os colocarão na defensiva, e eles, nervosos, se apressarão a preencher o silêncio com diversos comentários que acabam revelando informações valiosas sobre eles mesmos e suas fraquezas. Eles sairão de uma reunião com você sentindo-se roubados, e irão para casa pensar em todas as coisas que você disse.

Aprenda a lição: As palavras, depois de pronunciadas, não podem ser tomadas de volta. Mantenha-as sob controle. Cuidado particularmente com o sarcasmo: a satisfação momentânea que se tem dizendo frases sarcásticas será menor do que o preço que se paga por ela.

Autoridade: Não abra a boca antes de seus subordinados. Quanto mais você permanecer calado, mais rápido os outros começam a dar com a língua nos dentes. Quando eles movem os lábios e dão com a língua nos dentes, eu posso compreender suas verdadeiras intenções… (Han-fei-tsé, filósofo chinês, século 3 a.C.)

Porém, todas as Leis possuem o inverso da questão, e essa também tem o seu, em que alguns momentos não é sensato ficar calado. O silêncio pode despertar suspeita e até insegurança, especialmente nos seus superiores; Ficar em silêncio e dizer menos que o necessário são técnicas que devem ser usadas com cautela e nas ocasiões certas.

Sendo que, dependendo de seu foco, ocasionalmente, é mais sensato imitar o bobo da corte, que se faz de tolo, mas sabe que é mais esperto do que o rei. Ele fala e fala, e distrai todo mundo, ninguém desconfia de que ele não é tão tolo assim.

Às vezes, as palavras também formam uma cortina de fumaça quando você quer despistar as pessoas. Enchendo seus ouvidos com palavras, você os distrai; quanto mais você falar, menos eles desconfiam de você. Isto é o inverso da política do silêncio utilizada pelos poderosos.

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As 48 Leis do Poder”.

Oculte as suas intensões.

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LEI 3 – Mantenha as pessoas na dúvida e no escuro, jamais revelando o propósito de seus atos. Não sabendo o que você pretende, não podem preparar uma defesa. Leve-as pelo caminho errado até bem longe, envolva-as em bastante fumaça e, quando elas perceberem as suas intenções, será tarde demais.

As pessoas na sua maioria são como um livro aberto. Elas dizem o que sentem, não perdem oportunidade de deixar escapar opiniões e constantemente, revelam seus planos e intenções.

É natural querer falar dos seus próprios sentimentos e planos para o futuro. Muitos acreditam que sendo honestos e francos estão conquistando o coração das pessoas e mostrando sua boa índole. Estão imensamente iludidos! Acredita-se que a honestidade vai acabar ferindo alguém, é muito mais prudente medir suas palavras, dizer às pessoas o que elas querem ouvir.

Torna-se previsível demais aquele que é totalmente sincero, e é quase impossível inspirar respeito ou temor. Você deve fingir correr atrás do que não almeja para despistar a curiosidade de outras pessoas.

Use a seguinte tática: não esconda as suas intenções se fechando (com o risco de parecer misterioso, e deixar as pessoas desconfiadas), mas falando sem parar sobre seus desejos e objetivos – só que não totalmente verdadeiros.

Lembre-se o primeiro instinto é o de confiar nas aparências, e como as pessoas valorizam a honestidade e querem acreditar na honestidade dos que as cercam, raramente irão duvidar de você.

Se você acha que trapaceiros são aquela gente pitoresca que ilude com mentiras elaboradas e histórias incríveis, está muito enganado. Os maiores impostores são os que utilizam uma fachada suave e invisível que não chama atenção. Eles sabem que gestos e palavras extravagantes levantam logo suspeita. Pelo contrário, eles envolvem o seu objetivo numa aura familiar, banal, inofensiva.

Não há cortina de fumaça, pista falsa, insinceridade, ou outra tática que disfarce suas intenções se você já tiver fama de impostor. Com a idade e o sucesso que você vai alcançando, se torna cada vez mais difícil disfarçar sua esperteza; Nesses casos, é melhor assumir, aparentar um patife arrependido. Não só vão admirá-lo por sua franqueza e você poderá continuar com suas artimanhas.

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As 48 Leis do Poder”.

Livro “As 48 Leis do Poder”

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Comecei a ler o livro “As 48 Leis do Poder” de Robert Greene e Joost Elffers. Minha professora tinha falado na Pós-Graduação sobre ele e fiquei interessada. Lendo comecei a ficar assustada. Comentei com ela e me disse para ler com calma e não deixar de apontar minhas críticas e que também não precisamos aplicar as leis, mas o importante é saber que elas existem e que há pessoas que colocam em prática. Vou continuar lendo e postando o resumo de cada capítulo.

Mas atenção, não façam destas linhas a BÍBLIA para o vosso sucesso pessoal.

Crítica ao Livro – Por Diogo Raphael Simione

O livro contém idéias valiosas que possivelmente serão úteis para aqueles que almejam o poder.

O autor, cuidadosamente detalha os acontecimentos, as teorias e práticas do poder, passando por toda história da humanidade. Este trabalho de pesquisa objetivamente descreve as leis em sua pura essência.

O escritor também procura sintetizar as filosofias de Maquiavel, Sun-Tzu, Carl von Clausewitz e outros grandes pensadores.

As leis são extraídas de escritos de homens e mulheres que estudaram e dominaram a arte do poder. Estes escritos, nas palavras do autor, “se estendem a um período de mais de 300 anos atrás e foram feitos por civilizações tão diferentes como a antiga China e a Itália da Renascença, não obstante, elas compartilham histórias e temas semelhantes”.

Uma leitura completa do livro irá leva-lo a uma reflexão e reavaliação do passado, presente e futuro.

O livro, na realidade, não estabelece um limite para o poder absoluto, porém aqueles que o buscarem sabem que as consequências disto poderá leva-lo tanto ao céus quanto ao inferno.

É um livro recomendado para todos, porém estudantes e políticos se darão melhor com a leitura. As estratégias para a obtenção do poder que são demonstradas no livro, são passíveis de serem executadas por todos.

Fonte: artigonal.com

Não confie demais nos amigos, aprenda a usar os inimigos.

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LEI 2 – Cautela com os amigos – eles o trairão mais rapidamente, pois são com mais facilidade levados à inveja. Eles também se tornam mimados e tirânicos. Mas contrate um ex-inimigo e ele lhe será mais fiel do que um amigo, porque tem mais a provar. De fato, você tem mais o que temer por parte dos amigos do que dos inimigos. Se você não tem inimigos, descubra um jeito de tê-los.

É natural querer empregar os amigos quando você mesmo está passando por dificuldades. Além do mais você os conhece, então pra que depender de um estranho se você tem um amigo à mão? O problema é que nem sempre se conhece o amigo quanto se imagina.

Quando você decide contratar um amigo aos poucos vai descobrindo as qualidades que ele(a) estava escondendo. Curiosamente é seu ato de bondade que desequilibra tudo. E afinal, quando se contrata um amigo na maioria das vezes é porque é um amigo, não necessariamente porque merece. O dano vai surgindo aos poucos, um pouco mais de honestidade, lampejos de inveja e ressentimento aqui e ali e antes que você perceba a amizade se foi.

Guarde os amigos para a amizade, mas para o trabalho prefira os capazes e competentes.

Agora se possui inimigos, sempre que possível, faça as pazes e insista em colocá-lo a seu serviço, pois esses são uma mina de ouro que você deve explorar, os inimigos têm muito a provar.  Você destrói um inimigo quando faz dele um amigo.

Finalmente, o problema de trabalhar com amigos é que isso confunde os limites e as distâncias que o trabalho exige, porém em algumas ocasiões um amigo pode ser muito eficaz desde que ambos compreendam os perigos envolvidos. Fique sempre atento a qualquer sinal de perturbação emocional, tal como inveja e ingratidão. Nada é estável no reino do poder, e mesmo os amigos mais chegados podem se tornar os piores inimigos.

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As 48 Leis do Poder”.

Não ofusque o brilho do mestre.

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LEI 1 – Faça sempre com que as pessoas acima de você se sintam confortavelmente superiores. Querendo agradar ou impressionar, não exagere exibindo seus próprios talentos ou poderá conseguir o contrário – inspirar medo e insegurança. Faça com que seus mestres pareçam mais brilhantes do que são na realidade e você alcançará a ápice do poder.

É de se esperar que as pessoas ao seu redor sintam-se ameaçadas e inseguras quando você começa a expor seus talentos, porém isso não deve tornar-se uma preocupação, você não pode passar a vida preocupando-se com os sentimentos dos outros. Mas quando é alguém acima de você então deve tomar outra abordagem, tratando-se de poder, brilhar mais do que o mestre talvez seja um grande erro.  É comum e uma falha pensar que você estará agradando o mestre exibindo os seus dons e talentos. Ele pode até fingir apreço, mas na primeira oportunidade irá te substituir por alguém menos brilhante, menos ameaçador. Claro que ele nunca irá admitir a verdade, mas arranjará uma desculpa para livrar-se da sua presença.

Mas você pode brilhar mais do que ele sendo apenas você mesmo e mantendo o charme e a graça. A lição é simples: se não for possível evitar ser charmoso e superior, você deve aprender a evitar essas pessoas vaidosas. É isso, ou descobrir um jeito de apagar as suas boas qualidades quando estiver na companhia do mestre.

Lembre-se do seguinte: não considere garantida a sua posição e jamais deixe que um favor recebido lhe suba à cabeça.

Esta é uma lição que as estrelas do céu nos ensinam – elas podem ser aparentadas com o sol, e tão brilhante quanto ele, mas nunca aparecem em sua companhia. (Baltasar Gracián, 1601-1658).

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As 48 Leis do Poder”.